Terence McKenna - A Cultura é o Seu Sistema Operacional (leg pt) -> http://www.youtube.com/watch?v=DVkNtx6Mi2A
A Natureza Ama Coragem
http://www.youtube.com/watch?v=bK_csR-I0oM
Terence McKenna - Esperança (leg pt) ->
http://www.youtube.com/watch?v=Zbtj2sCkZGU
domingo, 29 de março de 2009
segunda-feira, 23 de março de 2009
O Mito de Sophia
De Sophia, a mãe celestial de todas as coisas vivas, nasceu aquele que se tornaria o formador e regente do sistema da criação material.
Ela sentiu grande tristeza e angustia quando o gerou, pois estava sozinha em um abismo de trevas e sua luz tinha diminuído. Sophia viu que seu descendente era capaz de mudar de forma. Ela se arrependeu de ter gerado um ser em sua solidão e o chamou Yaldabaoth, a “Ignorância-cega”. Yaldabaoth foi para o caos e elaborou um sistema de criação que era de seu agrado, e dentro dele colocou doze autoridades, sete regentes do firmamento e cinco regentes do abismo. O criador (Yaldabaoth) e sua hoste (os regentes ou arcontes) mesclaram, então, luz e trevas, para que as trevas parecessem radiantes e, assim, iludissem os olhos. Essa mescla de trevas e luz resultou num mundo imperfeito e fraco, pois as trevas impediram-no de desenvolver um exército de luz, que poderia protege-lo. Assim, Yaldabaoth permaneceu no centro do sistema do mundo que ele formara, e se tornou arrogante em seu orgulho, exclamando: “Eu sou Deus e não há outro Deus além de mim!” Dessa forma, ele demonstrou sua ignorância agora do verdadeiro caráter do ser, bem como seu orgulho, pois negou até sua própria mãe. Sophia, no entanto, olhou para ele das alturas e exclamou em voz alta: “proferistes uma falsidade ó Samael!” Foi assim que ele recebeu o nome que o tornara o senhor cego da morte (Samael), e então Sophia o chamou também de Saclas, com o que afirmava a tolice dele. Sophia, porém, sabendo que sua descendência gerara uma criação a partir de sua própria imagem defeituosa, decidiu ajudar secretamente a luz que estava presente no mundo. Desceu de sua habitação e veio para perto da terra, movendo-se de lá para cá sobre ela, assim outorgando sua sabedoria e amor ao sistema que o tolo criador desenvolvera. Os regentes pensaram que eles, sozinhos, tinham criado e ordenado o mundo, mas o espírito de Sophia contribuiu secretamente para colocar esplêndidos padrões arquetípicos na trama do trabalho deles. Então uma grande maravilha apareceu nos céus: a forma de um homem, de visão majestosa e gloriosa. O criador Yaldabaoth e sua hoste tremeram e as bases do abismo sacudiram-se e as águas agitaram-se em terror sobre a terra. Tão grande era o brilho do arquétipo humano celestial que apareceu no céu que os regentes foram por ele cegados e não puderam agüentar seu poder. Desviaram os olhos e fixaram o reflexo da forma do homem, conforme essa aparecia nas águas abaixo. Todos os regentes e seus servos correram para perto e, juntando seus poderes, fizeram uma réplica da imagem do homem celestial; mas seu trabalho era defeituoso e fraco, porque a força de Sophia não estava na sua criação. O homem falsificado era estúpido e insensato e se arrastava pela terra como um verme. Sophia, então, enviou vários mensageiros da luz e eles, secretamente, penetraram na mente de Yaldabaoth, fazendo-o respirar sobre a lamentável criatura, desse modo infundindo-lhe vida. Aquele que criara pensou que era ele quem tinha dotado os homens de vida, mas, na realidade, foi sua mãe Sophia quem deu à humanidade a verdadeira vida. E o homem ficou de pé, caminhou e foi circundado por uma luz não terrestre. Yaldabaoth e sua hoste reconheceram que o homem era, de fato, um ser cujo poder espiritual e inteligência excediam o seu próprio. Cheios de inveja e raiva, eles atacaram o homem cujo nome era Adão e o lançaram na escura região da matéria, para lá definhar em tristeza e privação. Sophia, entretanto, em cooperação com os mais altos poderes da plenitude, enviou a Adão um auxiliar, para instruí-lo e assisti-lo com sabedoria e força espiritual. Esse auxiliar era uma mulher, conhecida como Eva, mas cujo verdadeiro nome é Zoe, que significa vida (a filha de Pistis-Sophia). O sábio espírito feminino penetrou em Adão e ficou escondido aí, para que os regentes não percebessem a sua presença. Os regentes, então, conspiraram e elaboraram um plano no qual esperavam que o homem poderia cair, e permanecer cativo de seus desígnios. Eles criaram um jardim, cheio de belezas e delícias da terra, e colocaram Adão no meio dele, fornecendo-lhe todo o tipo de objeto agradável que pudesse desejar. Então eles mandaram Adão comer, pois o alimento do jardim é amargo e sua beleza é perversão, sua delícia é engano e suas árvores são inquidade, seu fruto é veneno incurável e sua promessa é morte. As belezas e os prazeres oferecidos eram enganosos, corruptos e planejados para mantê-lo cativo dos regentes, sem vontade ou vida própria. Também colocaram uma árvore no jardim, contendo a vida deles, e proibiram Adão de tocar ou de comer do seu fruto. Eles o enganaram a respeito da árvore, lhe dizendo que sua raiz é amarga e seus ramos são morte, sua sombra é ódio e em sua folhagem está o engano, seu suco é o ungüento da perversidade, seu fruto é mortal e sua seiva é a cobiça; e que ela germina das trevas. Mas essa árvore é a inteligência-luz. E dizendo tais coisas sobre ela, eles impediram Adão de ver sua plenitude e conhecer a Verdade, fazendo-o ficar preso naquilo que era realmente ruim, e os regentes diziam a Adão ser bom. Mais uma vez Sophia e os poderes celestiais (na forma de uma serpente) foram em socorro de Adão e o instruíram a comer o fruto daquela árvore e desafiar o regente e seus anjos tirânicos. Ao mesmo tempo, a mulher nasceu de Adão, mas o chefe dos regentes a reconheceu como tendo a luz de Sophia e enfureceu-se. Ele a perseguiu por todo o jardim e, tendo a subjugado, violentou-a e ela concebeu dois filhos dele, Caim e Abel. Porém, o espírito brilhante de sabedoria que habitava em Eva fugiu, enquanto ocorria esse estupro, e, assim, apenas a Eva humana passou por essa vergonha e não Zoe, o espírito vivo. Caim tornou-se mestre da terra e da água e dele descendem os homens e mulheres com inclinação para a matéria, ao passo que Abel comandou o ar e o fogo e se tornou o pai dos seres humanos que valorizam a alma e a mente. Adão, no entanto, percebeu o que o regente tirânico tinha feito e subseqüentemente gerou um filho com o nome de Seth, com inclinação para o espírito, e que se tornou pai daqueles que aspiram pela Gnose e por uma união com espírito. Os anjos tirânicos, então, observaram, enfurecidos, que a humanidade seguia seu curso e não iria permanecer no paraíso dos tolos, onde aquele que criara queria mantê-los cativos. O chefe dos regentes amaldiçoou especialmente a mulher, que veio a ser a mãe da humanidade e seu destino, bem como o de suas filhas, tem sido difícil desde então. Entretanto, Eva deu à luz uma filha, chamada Norea, plena de verdadeira Gnose, e que permaneceu na terra por muito tempo como uma ajudante da humanidade, porque era sábia e conhecia os esquemas e más obras dos anjos tirânicos. Enquanto isso, os homens se multiplicaram, instruídos por Seth e Norea, muitos voltaram à Gnose, assim, os regentes ficaram com poucos homens e mulheres que os aceitavam como divinos e seguiam suas leis. Furiosos, então, desejaram destruir a humanidade, então resolveram provocar um dilúvio. Norea, vendo o que eles iam fazer, instruiu um de seus filhos, Noé, para que ele construísse uma arca onde todos os puros pudessem ser salvos. Então ele, instruído por sua mãe, assim o fez. Os anjos maus, então, assaltaram Norea, desejando violá-la com tinham feito com Eva, sua mãe, mas um grande anjo de luz chamado Eleleth a resgatou e lhe deu forças para continuar sua missão. Assim, com a ajuda de Norea, a partir de seu filho Noé, o esquema dos anjos tirânicos foi frustrado. Desde então a humanidade tem vivido em conflito e divisão, pois o chefe dos regentes nela semeou cólera. A verdadeira Gnose tornou-se rara e os filhos dos homens aprenderam coisas inúteis e mortas, seu conhecimento tornou-se mundano e corrupto. Mesmo assim a raça humana nunca foi deixada em abandono. Repetidamente os regentes se reuniram e planejaram destruir aqueles seres humanos que não queriam servi-los. Queriam corromper a raça humana, mesclando sua essência com a humanidade, e assim o fizeram, corrompendo mulheres humanas, fazendo-as ter filhos deles e não do Divino. Devido à multiplicação dos planos perversos e às depredações dos regentes, uma parte da humanidade está contaminada por sua semente, embora todos os homens e mulheres possuam também, a luz de Sophia. Os regentes são os verdadeiros tiranos. Seu mais profundo desejo é subjugar e reinar sobre a humanidade. Por isso os regentes estão sempre trabalhando, elaborando leis e mandamentos, como os quais possam constranger os filhos dos homens. Mascaram-se como mensageiros da luz, ou mesmo como o próprio Divino, exigindo obediência e adoração. Assim eles iludiram muitos profetas e videntes bem-intencionados. Porém Sophia nunca deixa de lutar por seus filhos.
Ela sentiu grande tristeza e angustia quando o gerou, pois estava sozinha em um abismo de trevas e sua luz tinha diminuído. Sophia viu que seu descendente era capaz de mudar de forma. Ela se arrependeu de ter gerado um ser em sua solidão e o chamou Yaldabaoth, a “Ignorância-cega”. Yaldabaoth foi para o caos e elaborou um sistema de criação que era de seu agrado, e dentro dele colocou doze autoridades, sete regentes do firmamento e cinco regentes do abismo. O criador (Yaldabaoth) e sua hoste (os regentes ou arcontes) mesclaram, então, luz e trevas, para que as trevas parecessem radiantes e, assim, iludissem os olhos. Essa mescla de trevas e luz resultou num mundo imperfeito e fraco, pois as trevas impediram-no de desenvolver um exército de luz, que poderia protege-lo. Assim, Yaldabaoth permaneceu no centro do sistema do mundo que ele formara, e se tornou arrogante em seu orgulho, exclamando: “Eu sou Deus e não há outro Deus além de mim!” Dessa forma, ele demonstrou sua ignorância agora do verdadeiro caráter do ser, bem como seu orgulho, pois negou até sua própria mãe. Sophia, no entanto, olhou para ele das alturas e exclamou em voz alta: “proferistes uma falsidade ó Samael!” Foi assim que ele recebeu o nome que o tornara o senhor cego da morte (Samael), e então Sophia o chamou também de Saclas, com o que afirmava a tolice dele. Sophia, porém, sabendo que sua descendência gerara uma criação a partir de sua própria imagem defeituosa, decidiu ajudar secretamente a luz que estava presente no mundo. Desceu de sua habitação e veio para perto da terra, movendo-se de lá para cá sobre ela, assim outorgando sua sabedoria e amor ao sistema que o tolo criador desenvolvera. Os regentes pensaram que eles, sozinhos, tinham criado e ordenado o mundo, mas o espírito de Sophia contribuiu secretamente para colocar esplêndidos padrões arquetípicos na trama do trabalho deles. Então uma grande maravilha apareceu nos céus: a forma de um homem, de visão majestosa e gloriosa. O criador Yaldabaoth e sua hoste tremeram e as bases do abismo sacudiram-se e as águas agitaram-se em terror sobre a terra. Tão grande era o brilho do arquétipo humano celestial que apareceu no céu que os regentes foram por ele cegados e não puderam agüentar seu poder. Desviaram os olhos e fixaram o reflexo da forma do homem, conforme essa aparecia nas águas abaixo. Todos os regentes e seus servos correram para perto e, juntando seus poderes, fizeram uma réplica da imagem do homem celestial; mas seu trabalho era defeituoso e fraco, porque a força de Sophia não estava na sua criação. O homem falsificado era estúpido e insensato e se arrastava pela terra como um verme. Sophia, então, enviou vários mensageiros da luz e eles, secretamente, penetraram na mente de Yaldabaoth, fazendo-o respirar sobre a lamentável criatura, desse modo infundindo-lhe vida. Aquele que criara pensou que era ele quem tinha dotado os homens de vida, mas, na realidade, foi sua mãe Sophia quem deu à humanidade a verdadeira vida. E o homem ficou de pé, caminhou e foi circundado por uma luz não terrestre. Yaldabaoth e sua hoste reconheceram que o homem era, de fato, um ser cujo poder espiritual e inteligência excediam o seu próprio. Cheios de inveja e raiva, eles atacaram o homem cujo nome era Adão e o lançaram na escura região da matéria, para lá definhar em tristeza e privação. Sophia, entretanto, em cooperação com os mais altos poderes da plenitude, enviou a Adão um auxiliar, para instruí-lo e assisti-lo com sabedoria e força espiritual. Esse auxiliar era uma mulher, conhecida como Eva, mas cujo verdadeiro nome é Zoe, que significa vida (a filha de Pistis-Sophia). O sábio espírito feminino penetrou em Adão e ficou escondido aí, para que os regentes não percebessem a sua presença. Os regentes, então, conspiraram e elaboraram um plano no qual esperavam que o homem poderia cair, e permanecer cativo de seus desígnios. Eles criaram um jardim, cheio de belezas e delícias da terra, e colocaram Adão no meio dele, fornecendo-lhe todo o tipo de objeto agradável que pudesse desejar. Então eles mandaram Adão comer, pois o alimento do jardim é amargo e sua beleza é perversão, sua delícia é engano e suas árvores são inquidade, seu fruto é veneno incurável e sua promessa é morte. As belezas e os prazeres oferecidos eram enganosos, corruptos e planejados para mantê-lo cativo dos regentes, sem vontade ou vida própria. Também colocaram uma árvore no jardim, contendo a vida deles, e proibiram Adão de tocar ou de comer do seu fruto. Eles o enganaram a respeito da árvore, lhe dizendo que sua raiz é amarga e seus ramos são morte, sua sombra é ódio e em sua folhagem está o engano, seu suco é o ungüento da perversidade, seu fruto é mortal e sua seiva é a cobiça; e que ela germina das trevas. Mas essa árvore é a inteligência-luz. E dizendo tais coisas sobre ela, eles impediram Adão de ver sua plenitude e conhecer a Verdade, fazendo-o ficar preso naquilo que era realmente ruim, e os regentes diziam a Adão ser bom. Mais uma vez Sophia e os poderes celestiais (na forma de uma serpente) foram em socorro de Adão e o instruíram a comer o fruto daquela árvore e desafiar o regente e seus anjos tirânicos. Ao mesmo tempo, a mulher nasceu de Adão, mas o chefe dos regentes a reconheceu como tendo a luz de Sophia e enfureceu-se. Ele a perseguiu por todo o jardim e, tendo a subjugado, violentou-a e ela concebeu dois filhos dele, Caim e Abel. Porém, o espírito brilhante de sabedoria que habitava em Eva fugiu, enquanto ocorria esse estupro, e, assim, apenas a Eva humana passou por essa vergonha e não Zoe, o espírito vivo. Caim tornou-se mestre da terra e da água e dele descendem os homens e mulheres com inclinação para a matéria, ao passo que Abel comandou o ar e o fogo e se tornou o pai dos seres humanos que valorizam a alma e a mente. Adão, no entanto, percebeu o que o regente tirânico tinha feito e subseqüentemente gerou um filho com o nome de Seth, com inclinação para o espírito, e que se tornou pai daqueles que aspiram pela Gnose e por uma união com espírito. Os anjos tirânicos, então, observaram, enfurecidos, que a humanidade seguia seu curso e não iria permanecer no paraíso dos tolos, onde aquele que criara queria mantê-los cativos. O chefe dos regentes amaldiçoou especialmente a mulher, que veio a ser a mãe da humanidade e seu destino, bem como o de suas filhas, tem sido difícil desde então. Entretanto, Eva deu à luz uma filha, chamada Norea, plena de verdadeira Gnose, e que permaneceu na terra por muito tempo como uma ajudante da humanidade, porque era sábia e conhecia os esquemas e más obras dos anjos tirânicos. Enquanto isso, os homens se multiplicaram, instruídos por Seth e Norea, muitos voltaram à Gnose, assim, os regentes ficaram com poucos homens e mulheres que os aceitavam como divinos e seguiam suas leis. Furiosos, então, desejaram destruir a humanidade, então resolveram provocar um dilúvio. Norea, vendo o que eles iam fazer, instruiu um de seus filhos, Noé, para que ele construísse uma arca onde todos os puros pudessem ser salvos. Então ele, instruído por sua mãe, assim o fez. Os anjos maus, então, assaltaram Norea, desejando violá-la com tinham feito com Eva, sua mãe, mas um grande anjo de luz chamado Eleleth a resgatou e lhe deu forças para continuar sua missão. Assim, com a ajuda de Norea, a partir de seu filho Noé, o esquema dos anjos tirânicos foi frustrado. Desde então a humanidade tem vivido em conflito e divisão, pois o chefe dos regentes nela semeou cólera. A verdadeira Gnose tornou-se rara e os filhos dos homens aprenderam coisas inúteis e mortas, seu conhecimento tornou-se mundano e corrupto. Mesmo assim a raça humana nunca foi deixada em abandono. Repetidamente os regentes se reuniram e planejaram destruir aqueles seres humanos que não queriam servi-los. Queriam corromper a raça humana, mesclando sua essência com a humanidade, e assim o fizeram, corrompendo mulheres humanas, fazendo-as ter filhos deles e não do Divino. Devido à multiplicação dos planos perversos e às depredações dos regentes, uma parte da humanidade está contaminada por sua semente, embora todos os homens e mulheres possuam também, a luz de Sophia. Os regentes são os verdadeiros tiranos. Seu mais profundo desejo é subjugar e reinar sobre a humanidade. Por isso os regentes estão sempre trabalhando, elaborando leis e mandamentos, como os quais possam constranger os filhos dos homens. Mascaram-se como mensageiros da luz, ou mesmo como o próprio Divino, exigindo obediência e adoração. Assim eles iludiram muitos profetas e videntes bem-intencionados. Porém Sophia nunca deixa de lutar por seus filhos.
sexta-feira, 20 de março de 2009
quinta-feira, 19 de março de 2009
terça-feira, 17 de março de 2009
segunda-feira, 9 de março de 2009
quarta-feira, 4 de março de 2009
Friedrich Wilhelm Nietzsche - Raul Santos Seixas
Diferentes Nações, Diferentes Épocas, Diferentes Culturas
A Mesma Idéia!
Dois Gênios, Dois Loucos, Duas Personalidades,
Uma Idéia!
“Pra cada sempre existe um perdão, não tem certo e nem errado todo mundo tem razão e o ponto de vista é o ponto da questão”
Raul Santos Seixas
“A verdade e a falsidade não mais existem, mas sim sinais, o homem está destinado à multiplicidade, pois tudo é interpretação.”
Friedrich Wilhelm Nietzsche
A sociedade de Nietzsche era acorrentada pela moral religiosa, onde todos os sentimentos natos ao ser humano eram pecados. Os 7 pecados capitais nada são que sentimentos humanos,assim como os 10 mandamentos. Ou seja a moral crista prega: “não sinta, que assim o céu estará aberto para você.”
E essa moral era concebida como a verdade absoluta!
Ou seja, a verdade absoluta era não viver, renegar seus sentimentos, sensações, para viver em um mundo posterior melhor, o paraíso.
A igreja fez a vida na terra um inferno para vender o céu!
Nietzsche percebeu que a verdade absoluta imposta pela igreja nada mais era que uma junção de sinais que ela identificou e com eles criou a única verdade, o único modo de viver. E o que ele prega em seus livros é para cada um encontrar o seu modo de viver feliz, em paz e não ter uma conduta de sofrimento na terra para uma benção após a morte.
Quase um século depois, um baiano chamado Raul Santos Seixas, viu a sociedade por esse mesmo prisma, porém os homens estavam acorrentados por outra moral, a moral capitalista. Aonde é pregada a lei do status: “Você está nesse mundo para ser o melhor”.
E Raul seixas com suas musicas como Maluco Beleza, Sociedade Alternativa, mostra, como Nietzsche, que a moral capitalista não é a única forma de viver e que cada um tem que encontrar a sua melhor forma, em paz.
Quem arrisca duvidar deles ?
A Mesma Idéia!
Dois Gênios, Dois Loucos, Duas Personalidades,
Uma Idéia!
“Pra cada sempre existe um perdão, não tem certo e nem errado todo mundo tem razão e o ponto de vista é o ponto da questão”
Raul Santos Seixas
“A verdade e a falsidade não mais existem, mas sim sinais, o homem está destinado à multiplicidade, pois tudo é interpretação.”
Friedrich Wilhelm Nietzsche
A sociedade de Nietzsche era acorrentada pela moral religiosa, onde todos os sentimentos natos ao ser humano eram pecados. Os 7 pecados capitais nada são que sentimentos humanos,assim como os 10 mandamentos. Ou seja a moral crista prega: “não sinta, que assim o céu estará aberto para você.”
E essa moral era concebida como a verdade absoluta!
Ou seja, a verdade absoluta era não viver, renegar seus sentimentos, sensações, para viver em um mundo posterior melhor, o paraíso.
A igreja fez a vida na terra um inferno para vender o céu!
Nietzsche percebeu que a verdade absoluta imposta pela igreja nada mais era que uma junção de sinais que ela identificou e com eles criou a única verdade, o único modo de viver. E o que ele prega em seus livros é para cada um encontrar o seu modo de viver feliz, em paz e não ter uma conduta de sofrimento na terra para uma benção após a morte.
Quase um século depois, um baiano chamado Raul Santos Seixas, viu a sociedade por esse mesmo prisma, porém os homens estavam acorrentados por outra moral, a moral capitalista. Aonde é pregada a lei do status: “Você está nesse mundo para ser o melhor”.
E Raul seixas com suas musicas como Maluco Beleza, Sociedade Alternativa, mostra, como Nietzsche, que a moral capitalista não é a única forma de viver e que cada um tem que encontrar a sua melhor forma, em paz.
Quem arrisca duvidar deles ?
segunda-feira, 2 de março de 2009
domingo, 1 de março de 2009
Mar Agitado
Eu sou um mar agitado
o vento é minha ânsia de ser tudo o que quero
é o que me agita e me leva para algum lugar
Porem essa agitação, essa ansiedade é a pedra dura em que sempre bato
e não me deixa chegar em meu caminho
Ironicamente o vento é meu caminho a seguir, meu lugar a chegar e meu obstáculo a passar
o vento é minha ânsia de ser tudo o que quero
é o que me agita e me leva para algum lugar
Porem essa agitação, essa ansiedade é a pedra dura em que sempre bato
e não me deixa chegar em meu caminho
Ironicamente o vento é meu caminho a seguir, meu lugar a chegar e meu obstáculo a passar
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